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Gays Puritanismo e Hollywood

Professor Mario Giudicelli - BRASIL e USA

Consultor

 

                                                                    GAYS, PURITANISMO E HOLLYWOOD

 

                        Texto de Mário Giudicelli

 

       Confesso que fiquei impressionado com o bom número de e-mails que recebi de leitores de várias cidades, todos comentando o que escrevi sobre a exagerada presença de gays nos programas de televisão. Muito sinteticamente para aqueles que não leram meu comentário anterior, o que contei foi que penso que há um exagerado esforço por parte de um pequeno grupo dominante de gays na TV, sobretudo na TV Globo, no sentido de nos querer impor sua, como diria,

 “exagerada frescura”. Citei também o caso do programaVideoShow das 2 da tarde na mesma Globo, como por exagerarem na insersão de outro gay vestido de mulher no Sai de Baixo, ou do casal de bichas na novela Suave Veneno. Em  outras palavras, seria o mesmo se de repente só fizéssemos programas de TV com artistas negros ou japoneses (pelo fato de que sua quota de participação destes não estaria sendo reconhecida nessa TV ). Esse comentário em nenhum momento pretendeu diminuir a personalidade dos homossexuais brasileiros, da mesma forma que insisti que ser gay é tão anormal... como ser canhoto, isto é, nada de mais.

 

                     NA AMÉRICA É DIFERENTE

 

Mas o que também deveria ter contado – e creio ter bastante experiência pessoal  para fazer esse comentário -  é que na verdade exagerei no que disse, porque, quando me recordo dos anos que convivi com artistas e diretores em Hollywood como jornalista estrangeiro e entrevistador em português e espanhol para o USIS baseado em Washington, até que nossa “frescura” nativa é completamente ingênua e inocente quando comparada a sua odiente forma em Hollywood e, de um modo geral, em todo o “Establishment" nos Estados Unidos. O que felizmente falta no caso da TV brasileira, é que naquele país existe uma espécie de neurótica obsessão contra a admissão clara e franca do homossexualismo não apenas em Hollywood como em todo os Estados Unidos e quando mais se procura esconder essa preferência sexual, mais estes se tornam hipócritas,  falsos moralistas e até mesmo cruéis indivíduos, muitas vezes seriamente afetando a vida de outros companheiros, inclusive de outros gays, no desespero de quererem provar sua falsa virilidade de machos.

                 O ódio contra gays tanto em Hollywood, como em todo o país, não é de hoje.  Durante o período domacartismo ( na década de 50) um dos mais cruéis gays de todo país, o Sr. J. Edgar Hoover, diretor do FBI e seu amante e co-diretor, Clyde Tolson,  procuraram destruir numerosos políticos e atores de Hollywood, tendo para isso a ajuda de outros dois gays, tais como  o Senador  JoeMCarthy ,(criador do macartismo) e seu auxiliar o advogado  Roy Cohn, ambos homossexuais. Quando o político ou figura pública pertencia ao grupo  dos “amigos”, conforme foi o caso do Cardeal Spellman de Massachusetts e íntimo amigo da família Kennedy,  Edgar Hoovermantinha os arquivos em sua sala secreta em Washington, “just in case”, conforme ele própria dizia, isto é, “para o caso de ...”

       Um dos divertidos episódios relacionados com homossexuais americanos bem conhecidos publicamente que pude casualmente tomar conhecimento ocorreu em LasVegas la por volta de 1968. Eu estava hospedado no HotelCesar’s Palace ( que ficava bem em frente ao MGM Grandno Las Vegas Boulevard ) em companhia do prefeito de uma cidade do sul da Patagônia argentina, que havia sido oficialmente convidado para visitar os Estados Unidos. Nesse hotel também estava hospedado e se apresentava todas as noites, o falecido e conhecido pianista ultra gayLiberace ( que morreu posteriormente de AIDS). Na segunda noite que nos achávamos no hotel, o prefeito argentino e eu recebemos duas entradas de cortesia para ver o show de Liberace. Mas o que ninguém esperava, aconteceu: o prefeito argentino era uma cópia quase fiel do Sr. J.Edgar Hoover. Eu até ousaria dizer que parecia ser seu irmão gêmeo. Ora, num determinado momento em queLiberace terminou o show para agradecer com a cabeça os aplausos que recebia das milhares de senhoras idosas ( todas o achavam o super macho encantador – como ninguém sabe explicar),  ele logo encarou o prefeito argentino convencido de que estava na frente do diretor do FBI . E dirigindo-se ao visitante que eu acompanhava oficialmente, disse com trejeitos os mais claramentefemininos : “Meu querido Edgar, que alegria ! Você me honra tanto”. E descendo do palco e antes que o prefeito argentino sequer pudesse se dar conta do que ocorria, aplicou-lhe um prolongado beijo no rosto.

       É claro que a maioria da platéia ( cerca de mil pessoas, pois o salão de teatro do hotel é imenso), inclusive os que estavam mais distantes, não perceberam que meu acompanhante não era o diretor do FBI e assim ele foi aplaudido prolongadamente, à medida que aquele enorme número de pessoas ia se retirando da platéia, sem que houvesse tempo para que a dúvida fosse esclarecida.

       No dia seguinte um jornal de Las Vegas comentou o incidente, dizendo que Liberace havia aplicado demorado beijo no rosto do Sr. J.,Edgar Hoover, que havia ido ao show do conhecido pianista gay  no  Hotel Cesar’s Palace. Em horas a agente local do FBI já tinha enviado uma nota a toda  imprensa, desmentindo o fato com um exagero de rigor e de detalhes, que aparentemente só serviu para aumentar ainda mais a convicção um tanto maliciosa de que provavelmente deveriam os dois ter algum tipo de ligação mais íntima do que um simples beijinho no rosto. No silêncio do meu quarto fiquei imaginando as cenas de ciumede Clyde Tolson, amante e secretário de Hoover no FBIpelas “traição” de seu amante e chefe a quem chamava particularmente de “Speed””.Coisas da “viadagem” americana......


Dorothy Dreux - USA

Consultor

 

 Too funny. Mario is a good writer and definitely has an eye for the absurd, the weird, the discordant, and the just plain goofy in life, as do many of us.

 
What is happening here, is that being sexually alternative, is considered very cool, and has come out of the closet in a big way.  They are very full of themselves, right now, and have become a big political force. The thing that I think is so interesting about it, is the anger about granting gays the right to marry each other, "because of the damage that it will do to traditional heterosexual marriages"! What?
 
EXCUSE ME?
 
How, exactly will it do that? Why should I, a heterosexual female, heteromarriage behind me, not at all interested in ever marrying again, for a loooong list of reasons, even care who's married or not? People are living together, having children together, all before getting married, if they ever do. 
 
Heterosexuals have done a great job of ruining marriage, on their own. Without the help of gays. How can gay marriage do anything to damage it further? There is only one answer to that, which in my considered opinion is, "There is no answer!".      
 
 
 

 


 
 
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