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Pobre Princesa

Professor Mario Giudicelli - BRASIL e USA

Consultor

 

 AS DUAS ESTRANHAS HISTÓRIAS SOBRE A PRINCESA DIANE DA INGLATERRA

                                              Por Mário  Giudicelli

 Devo  dizer aos meus 38 leitores, antes de mais nada, que tive e continuo a ter uma ojeriza completa pela falecida Princesa Diane da Grã Bretanha, embora procure ser sempre neutro em questões de jornalismo.  Torno clara essa  posição, porque quando entrar na segunda e mais importante parte desta investigação  jornalística, isto é, o caso  do chamado roubo de mais de 250 peças, vestidos e objetos pessoais  dessa infeliz princesa por seu ex-mordomo, Paul Burrel , procurarei  tomar uma posição tanto de investigador neutro de um suposto crime, como analista de sociobiologia, sobre a personalidade tanto da princesa , como de seu mordomo, amigo pessoal discreto, enfim, de um “pau para toda obra”, durante muitos anos no palácio de Buckingham, a serviço exclusivo dessa jovem ignorante, que  se casou com um verdadeiro idiota, o atual seu ex-marido e agora casado com a antiga amante, causadora de sua separação com a  bela e boba princesa.

   

                         QUEM ERA DIANA ANTES DO CASAMENTO 

 A princesa Diana era, como a grande maioria das mulheres do mundo inteiro,  isto é, como a imensa maioria das fêmeas de todas as espécies,  uma fêmea para ser montada. Explico-me desde já e melhormente,  que essa é uma forma um tanto humoristica para fazer uma afirmação cientifica, explicada pela sociobiologia. O que quero dizer é que,  diferentemente das tolices  contadas pelas  velhas e novas religiões, com suas bobas historietas de Adão e Eva, existe um conjunto de leis biológicas determinadas pela sociobiologia  ( a ciência que estuda o comportamento de todas as espécies vivas, Inclusive a do homo sapiens), que demonstra, sem a menor sombra de dúvida, uma enorme série de formas de comportamento dos animais. Entre estas, para simplificar, uma lei geral determina que a fêmea das espécies ... A) quer sempre ser montada, isto é,  deseja ficar por baixo  e  B) no amor quer a propriedade e nunca o  proprietário, isto é o proprietário vem no pacote, apenas. Um exemplo prático e liquidante é este ; Se eu passear pela praia de Copacabana, vestindo apenas um short, no meio de um milhão de mulheres, que estejam por ali, com sorte, apenas uma ou outra  me dará qualquer atenção, mas se minutos depois eu trafegar com um Mercedes Benz do ano, um milhão de mulheres  tomarão conhecimento de minha presença. Suponho que isso seja o suficiente para tapar a boca dos descrentes

Outra lei determina que  o órgão sexual masculino  está nos olhos, e, portanto,  só o corpo da mulher que interessa, enquanto que para a mulher ( também em tom humorístico) o principal aspecto de atração feminina...é a côr da carteira de dinheiro do homem, que ela objetiva conquistar. Isto é,  dito muito sumariamenrte, é fácil, como se diz em espanhol  “AL BUEN ENTENDEDOR MEDIA PALABRA BASTA. Prossigamos, portanto. 

 Uma reflexão oportuna, a propósito,  indica que a mulher,  diferentemente do homem, não sente  temor de que  uma possível amante de seu marido tenha uma vagina mais saborosa do que a sua. O que a esposa sempre teme é que aquela lhe roube a propriedade,  o marido,  e  isto pela simples razão de que a fêmea  da espécie não se excita  com o pênis do homem, mas com sua carteira. Ora, feita esta brevíssima apresentação de certas leis sociobiológicas, perguntará, então, o leitor ; Mas o que tem essa explicação com a Princesa Diana ? E eu respondo. Tem e muito, como se verá logo adiante. 

Talvez você,  meu leitor, não saiba disso, mas a senhorita Diana era uma mocinha tí­mida, apagada,  que tinha trabalhado inclusive como vendedora numa modesta farmácia de Londres. Não preciso entrar em mais detalhes, posto todos ja sabe de sua simplicidade, inexperiência e até mesmo de bobice ( ela acreditava também em cartomante e outras tolices do gênero). Por uma série de  causas excepcionais, que não importa citar aqui, para não tornar a estória demasiado longa, eu  indiretamente me associei a sua grande tragédia, Situação semelhante ocorreu comigo quando uma manhã ´passei pelo State Department -- meu empregador em Washington, durante 40 anos – e, por acaso,  Robert Kennedy ali se achava para uma conferência com jornalistas estrangeiros. Meu chefe, que tinha outras preocupações  no momento e não podendo conversar com o sr. Kennedy, viu-me, naquele instante, chamou-me, e. em poucos momentos, eu estava ao lado do quase futuro presidente dos Estados Unidos, que acabou sendo fuzilado no Hotel Ambassador, em Los Angeles, a pouca distância de mim. E minha ligação com a Princesa é bem parecida com isso.      

         A princesa era a que  melhor poderia se definir como uma bobinha, mas que tinha, como todas as fêmeas, um  vago desejo de possuir uma ‘´PROPRIEDADE qualquer.  Essa propriedade,  ou seja, esse milhão de dólares de um bilhete de loteria ´premiado, ao acaso, veio nas mãos do príncipe da Inglaterra, por sinal um dos mais bobocas cidadãos da própria desenxabida Inglaterra, que ainda acredita que os seus reis são iluminados por  Deus, vivendo a mais de 500 anos  ás custas de um povo, crédulo, que lhes paga todos os seus imensos gastos para não fazerem absolutamente nada.

Só que com essa falsa impressão de superioridade de um futuro rei de uma grande nação, escondia-se um príncipe igualmente boboca, que há anos se havia apaixonado por uma mulher coroa, de uns 50 anos, velha e feia. Sem nenhuma experiência, nem em vida matrimonial, nem em conhecimento  da arte do comportamento humano ,e, certamente,  anestesiado pela grandeza idiótica de sua posição de possível rei de uma nação, que lhe dava todo o conforto sem ter que fazer nada, em troca,  esse principezinho de história de fadas casou-se um dia  com essa boba princesa Diane,  não levando em consideração de que antes da grande figura da realeza britânica, havia uma ex-funcionária simples de balcão de farmácia, casando-se com um inexperiente e bobo  cidadão, que nada sabia de casamento ou da arte  do matrimônio. O resultado, como se sabe, foi o desastre:  o casal  teve logo de saída  dois filhos ( que é a matéria prima para a infelicidade  sexual de um casal, já´ que sexo e filhos raramente combinam); ao mesmo tempo que a tola princesa, com seus sonhos de encontrar o  príncipe encantado, deparou-se com um marido boboca e completamente apaixonado pela grama do vizinho (dispenso-me de dar seu nome aqui, pois todos a conhecem bem).

Ora, como todos sabemos, essa  bonita, mas  simplória mulher, sem nenhuma experiência de vida, após a separação,  praticamente forçada do seu pequeno príncipe, não aprendeu a lição e lançou-se logo nos braços  do pior individuo, que poderia achar na vida. Esse muçulmano, de nome Mohammed al Fayed,  cheio dos dólares e libras, que provavelmente conquistou com seus negócios, devido á abundância de petróleo em seu reino, comprou o Harrods de  Londres,  a maior loja de departamento da Grã Bretanha. Como a nobreza britânica se apóia no poder de coisas materiais, esse ´árabe esperto logo ligou-se á família real, e, com isso, conheceu a infeliz  princesa abandonada. Esta, em sua santa inocência, embora princesa, não foi diferente da maioria das mulheres abandonadas e demonstrando sua preferência por um pênis avantajado (fama que os árabes e os negros possuem) atirou-se nos braços do mercador árabe e seguiu para Paris para gozar sua nova aventura. E, pouco depois, completou sua trágica história, falecendo num horrivel desastre de automóvel. Fim da primeira parte desta longa e interessante revelação.

                              ENTRA NA HISTORIA O MORDOMO

                                  (PAUL BURREL) DA PRINCESA,

 Tal como acontece em infindáveis exemplos na história de milhares de anos da vida dos seres  animais, de árvores e etc  há sempre alguém que se aproveita dos corpos enfraquecidos para chupar o que resta da seiva  do infeliz animal ou árvore explorada ( que é o que ocorre comumente  entre crianças pobres nas favelas abandonadas, que  têm seus intestinos cheios de  vermes sanguessugas )

 A  princesa Diane  não podia ser uma exceção. Assim, uns dois ou três anos antes do casamento dessa ingênua  princesa, pouco a pouco, aproximou-se dela um senhor simpático, de nome Paul Burrel, que, em pouco tempo, foi admitido no palácio, onde, então, ela já  vivia. É esse o começo de uma terceira e pouco conhecida história da infeliz Princesa,  que novamente, por acaso,  tive a ocasião de conhecer pessoalmente numa das vezes que fui trabalhar, como intérprete, do presidente Ronald Reagan, na Casa Branca. Falarei, agora, como conheci Paul Burrel. Passemos para o próximo parágrafo.

 O que ocorreu foi que, num certo dia, não me recordo a data exatamente, porque o fato, na ocasião, me passou completamente despercebido.  Recebi um recado do meu  subchefe, de nome Neil Seidenman, determinando que eu fosse à Casa Branca para traduzir uma entrevista do presidente Reagan, com o embaixador do México. Mas houve um engano, porque a data era para o dia seguinte, um fato que descobri depois que fui admitido pela entrada da White House, á  direita numa rua de menor trânsito ( a entrada principal era sempre  pela porta frontal, na avenida Pennsylvania)

Como eu já era uma pessoa mais ou menos conhecida, e, como sempre ocorria uma certa frouxidão na entrada lateral, nunca tive nenhuma dificuldade para transitar pelas áreas mais abertas da residência presidencial. Na ocasião,   dei-me conta de que  havia um incomum movimento interno; prestando atenção ao que diziam as pessoas, que passavam perto de mim, pude tomar conhecimento de que iriam chegar o Principe inglês e sua esposa Diana . Eu não tinha nenhum interesse particular em ver  a princesa ao vivo e muito menos, ainda, seu pouco simpático  marido. Dirigi-me então para uma espécie  de antessala no segundo andar ( onde sempre fiquei, enquanto aguardava a chamada para trabalhar ), e, sentado numa poltrona, dei de cara com um senhor a quem em poucos instantes identifiquei como sendo o “butler” ,  isto é,  o mordomo Paul Burrel, servidor leal e acompanhante da princesa e sobre quem eu não tinha a menor informação ou  ideia de sua existência. O que  me permitiu  iniciar uma espécie de  breve  palestra com essa pessoa, foi que ele próprio perguntou quem eu era, e, com minha  resposta, de tom humoristico  (“I am the  Latin American  voice of the President”  ---“ eu sou  a voz latino americana do presidente ) esse senhor Burrel riu e disse, logo depois:  “eu sou, também, por vezes, o carregador de malas, , o  que prepara o  café, o que  repete as ordens da princesa, enfim, o que faz tudo para facilitar a vida da minha “princesa”.  E logo,  a seguir, me estendeu a mão cumprimentando-me, seguindo-se, depois, um claro riso ao ver que eu havia mudade meu sotaque norte-americano para o sotaque inglês, com toda a naturalidade ( eu  sei imitar uma variedade de sotaques, cerca de uns 10, o que, geralmente, provoca o riso de quem me ouve em determinadas ocasiões ) .

        Mas o que importa para o interesse dessa minha história, foi o que, despreocupadamente, observei uma meia hora depois, quando ao sair da sala onde nos encontrávamos, o Sr.Paul Burrel imediatamente modificou sua atitude debonair e humoristica, para uma expressão de um  sólido,  enérgico e preciso  auxiliar da princesa, sempre mantendo o cuidado de conservar uma distância  de um metro, atrás de sua patroa. Nem mais nem menos. Um pouco mais tarde, quando o presidente Reagan convidou os dois súditos britânicos para conhecerem a Casa Branca, tornei a observar a cuidadosa distante e humilde atitude do  subserviente e rápido ajudante inglês, que parecia, por outro lado, receber de sua princesa uma cortesia incomum para um simples empregado, que eu chamaria de doméstico.

Paul Burrel, na verdade, me lembrava uma espécie de cachorrinho de estimação que as mulheres inglesas gostam sempre de levar consigo quando passeiam pela rua.  Ele já trabalhava na casa  de Diana há mais de 15 anos e era conhecido até como uma espécie  de conselheiro, um “confidant” discreto de uma mulher ferida e triste. Foi nessa situação que na companhia de seu namorado muçulmano Mohammed Al Fayed ,  numa corrida por dentro de um tunel em Paris, visando aparentemente fugir da imprensa, a princesa acabou  morrendo num choque  contra um muro interno. Paul Burrel, que havia permanecido  na residência luxuosa da princesa Diana, ouviu no rádio uma breve notícia, informando do acidente em Paris, tratando, imediatamente de comunicar-se  com ela, através de um aparelho celular que só ele possuía o número e que ela respondia, de imediato, toda vez que Burrel a chamava. Mas, naquela ocasião, não obteve resposta.  Em vista do silêncio e das más noticias que  continuavam chegando pelo rádio, ele se deslocou para o aeroporto de  Heathrow, procurando juntar-se a sua querida princesa, chegando a Paris ainda naquela mesma noite.  Este foi um fato logo observado pela imprensa mundial.

QUEM ERA PAUL BURREL E O SUPOSTO ROUBO DE 250 PEÇAS INTIMAS DA PRINCESA DIANA ENCONTRADAS EM SUA CASA

Pulo, agora, certos fatos menos importantes, para não prolongar demasiado essa extraordinária estória de um conto de fadas britânico.  Vamos aos detalhes:

Um ano mais ou menos após o falecimento da princesa Diana, andando de férias em Londres, na companhia de uma ex-esposa, notei pelos jornais que alguém havia revelado à policia de Londres, sem se identificar, que se procurassem, os policiais britânicos iriam encontrar na casa particular de Paul Burrel  um vasto número de objetos, que iriam de pulseiras, a relógios, caixa de documentos pessoais, contendo cartas da princesa, assim como sapatos, meias e alguns vestidos. E não deu outra:  armados de uma licença de um juiz, os policiais da Scotland Yarde encontraram a vasta quantidade de objetos da princesa,  e o butler foi logo levado à justiça por ter sido acusado de roubo, certamente com o propósito de vender esses objetos que logo seriam disputados  pelo público ávido de fofocas.       As autoridades e a imprensa da Inglaterra, chegaram, naquela ocasião, às seguintes questões, que ficaram sem resposta. Vejamos:

 1 -  Por que razão um respeitado, dedicadíssimo butler da princesa iria roubar peças de roupas intimas ou sapatos de sua patroa a quem havia servido com tanta dedicação  por mais de 20 anos?

 2 -  Seria Burrel um secreto  amante apaixonado da princesa, e, por isso,  tal como o fazemos quando queremos guardar um lenço perfumado da mulher amada, que nos deixou para sempre, pretendemos guardar A PROVA DESSE AMOR ?

 3 - Quem  seria o autor da denúncia anônima e por que o faria? Quem sabia da existência de tais objetos na casa do mordomo da princesa ?

Paul Burrel manteve-se calado, negando sempre as acusações. A imprensa, ávida de escândalos,  procurava  provas de alguma coisa por todos os lados.  Repentinamente, entretanto,  no meio de um silêncio  tradicional e permanentemente conservado entre todos os que se moviam dentro do palácio, uma reserva que jamais era  rompida, pois a família real sempre se manteve numa absoluta grandeza acima de tudo e de todos, para  a manutenção daquela falsa posição de próxima ao deus britânico, houve o primeiro inesperado rompimento do segredo real : A irmã de Diana, uma senhora de muito mais idade que a jovem princesa, mostrou, em público,  uma clara hostilidade ao braço direito  ajudante da falecida e bela irmã, praticamente acusando-o de ter surrupiado  os pertences da princesa. Mas o problema  foi que, de um lado, o mordomo também  passou a ser claramente considerado como um reles ladrão, embora negasse veementemente o fato.

Foi, depois de largos meses, que uma vez pronto o  caso do povo britânico x Paul Burrel,  o antigo butler  foi levado a julgamento no mais sensacional caso de fofoca britânica.  Desde logo, seu promotor de acusação  apresentou  certas provas, que levaram seriamente o povo e a imprensa da Grã Bretanha a considerar o ex-butler da princesa culpado. O Sr Burrel foi condenado, então, a sete anos de completa reclusão, numa prisão comum.  E isso era o que todos esperavam. Mas ai ocorreu um fato novo,  completamente inesperado e que, segundo uns ( e eu compartilhava dessa opinião) iria modificar completamente o rumo a que levava a justiça inglesa a condenar o Sr.Paul Burrel, dando igualmente a ligeira impressão de que alguma coisa no ar parecia querer romper o opressivo e absoluto silêncio protetor da família real: A entrada na justiça de uma importantíssima carta de uma senhora que jamais havia, sequer, se aproximado de uma corte britânica, como testemunha de alguma coisa:  A própria rainha  majestosa do ex-grande Império Britânico, Elizabeth II.

A carta simplesmente declarava que a rainha, agora, se lembrava de uma certa ocasião (que rara e bela  memória possuía essa velha rainha !!! ) em que o Sr Paul Burrel, pouco tempo após a morte da princesa Diana, lhe teria dito que, como cuidadoso guardador dos objetos  de Diana,  estava preparando uma espécie de rol de objetos da princesa para guarda futura no palácio real.

Ora, em face dessa inesperada declaração por escrito da própria rainha da Inglaterra, não havia mais o que discutir e o Sr.Paul Burrel foi imediatamente  considerado inocente.

Mas a história não estava acabada nesse ponto, pois ainda há muito mais a revelar. Passemos para o próximo parágrafo.

LADRÃO OU PURO INOCENTE ,    PERGUNTO  EU COMO SOCIOBIOLOGISTA  E REPORTER  DESCONFIADO DAS INTERPRETAÇÕES DA NATUREZA HUMANA ?

Aqui, entro eu com uma observação histórica e biológica, que merece consideração, sobretudo, levando-se em conta meus mais  de 40 anos vivendo no ambiente geral de  uma falsa liberdade americano-britânica, isto é, fujo da posição de um repórter, que busca fatos, para envolver-me numa análise social da vida tanto nos Estados Unidos, como na Grã Bretanha.   Esta segunda nação viveu durante vários séculos dentro de uma situação tipicamente parecida com tudo o que ocorre dentro da hipocrisia clássica da sociedade puritano protestante.  Para isso, preciso estabelecer a forma como vejo o cristianismo atual de Roma,   tendo, assim, a base inicial para  comparação ao protestantismo. Simplificando,  direi que a famosa Magna Carta,  que, devido ao progresso, á tecnologia, á  educação do povo,  ás desastradas guerras na Grã Bretanha, acabou por cortar as asas do poder  da família real, que há muitos séculos,  dominava essa nação; deu ao povo, de um modo geral, uma ilusória sensação de liberdade e divisão do poder, somado ao ato heroico da independência do papa em Roma, o que deu aos ingleses a falsa  impressão de coragem, por parte do rei Henrique VIII, que, assim, poderia casar-se  com Ana Bolena. Na verdade, o que ocorreu foi que em vez de um pedaço de pão, os monarcas ingleses deram um pedaço, apenas, maior, do mesmo pão, ao povo. Foi somente isso,. O poder,  isto é,   a propriedade de todo o conforto material e o bem estar generalizado da família real permaneceram intactos e em completo segredo, Para manter o povo  desinformado,  a família real, desde então, vem mantendo, também, o maior e mais completo silêncio  sobre tudo o que ocorre dentro de seus palácios, um comportamento rigorosamente seguido por Paul Burrel, um segredo que, conforme analisaremos logo adiante, certamente deve ter sido sua salvação, contra os prometidos sete anos na cadeia pela lei britânica.

Disso, então, me surgiu a ideia de combinar as minhas experiências, no campo da sociobiologia, com o possivel fato de repórter investigador, e propor, assim, as seguintes hipóteses. 

1 -  Paul Burrel era um  simples cidadão, que, repentinamente, passou a frequentar a corte real . Nela encontrou uma mulher fraca, fraquíssima,  a quem, talvez, prestou  valioso apoio e serviços de um leal empregado intimo. Já habituado  a abaixar a cabeça e render-se ao poder divino da família real,   sentiu-se um herói ao penetrar no divino ambiente.

 2 - Ao vê-la morrer, repentinamente,  estonteado,  parte para Paris; toma conhecimento do fim de seu agradável dominio e  reinado particular; questiona-se, então: E AGORA, JOSÉ ?

3 -  Refeito do choque, retorna a Londres, vê-se mais ou menos desempregado ( ele recebia em torno de 30 mil dólares por ano, mais  casa, comida, automóvel e auxilio para a escola dos seus vários filhos, que viviam no mesmo palácio da princesa Diana). Psicologicamente, Paul Burrel não aceitou a perda de sua “propriedade”, passando, ao mesmo tempo, a ser considerado carta fora do baralho, uma vez que havia ficado do lado da princesa ( e tomando conta de tudo em sua residência ), mas tendo, ao mesmo tempo, como dois inimigos mortais, a irmã  de Diana (que naturalmente se considerou a dona dos pertences da irmã) e a própria rainha da Inglaterra, que, ostensivamente, perdia muito de sua realeza e prestigio popular  pela ofuscante beleza da princesa tola, que não só havia caído na simpatia popular, como  era uma princesinha triste, que não aceitava as aventuras conjugais do marido,  e, ainda, por cima  - pasmem os céus -   abalava o intocável prestigio e reputação  da família real, ao trazer a público as festanças sexuais do marido, fora do lar. 

 PAUL BURREL SAFA-SE COM ESPERTEZA

 Não conversei com Paul Burrel mais do que uma meia hora,... mas mesmo nesse breve tempo, acredito, pude chegar à conclusão..... de que ele era apenas, ... um ser humano como qualquer de um de nós.  Nada mais do que isso.  Ele conversou comigo, como quem conversa com um novo e simpático amigo de quem a gente gosta. Ele não exibiu nenhuma arrogância ,nenhum ar de importância. Ora, eu suponho que o que ocorreu foi pura e simplesmente o seguinte ( Prepare-se para acompanhar meu raciocinio )

 1 -  Ele era um simples ser humano, e, como tal,  não tinha nenhuma maldade, de um modo geral,  em sua cabeça.

 2 - Repentinamente, como qualquer pessoa,   ele voou um pouco mais alto , sentiu-se importante e gostou da nova experiência.

 3 Sendo razoavelmente inteligente, ele se deu conta de que a família britânica, como outra  qualquer, possuía  defeitos, sujeiras, qualidades,  mentiras, falsidades, falcatruas , etc etc etc,  Logo se deu conta de que isso ocorria, precisamente, dentro  dos membros da família real, especialmente o lado da família mais chegado a ele, isto é, a do futuro rei da Inglaterra. Mas tal como todo cidadão mais ou menos sem maldade no coração,  tinha toda sua atenção voltada para atender as mínimas vontades de sua  princesinha, sem dar-se conta de que possuía um tremendo poder nas mãos , qual seja, ele conhecia os podres reais,  da rainha mãe, para baixo. Em outras palavras, todos estavam em suas mãos e a imprensa  brit\ãnica, tipicamente puritano protestante e, assim, ansiosa para cheirar os desvios sexuais da puríssima família real, via no sr Pauk Burrell a grande oportunidade do escândalo

4 -  Naturalmente, que sendo um homem relativamente simples ( afinal,  essa era  sua posição pois como poderia ele competir com um príncipe e uma princesa da família mais poderosa  do pais? Esse seu valioso segredo  foi visto com muito mais clareza, esperteza e velocidade, nos olhos da rainha Elizabeth, que há mais de 80 anos vem sendo treinada na arte de mandar  comandar e dominar. 

5 -  Para ser franco, nesse ponto, fica uma pergunta no ar,posto que, não possuo a habilidade de adivinhar o pensamento dessas feras britânicas. Logo passo a pergunta ao leitor inteligente : Teria a rainha entrado em secreto contato com Paul Burrel propondo-lhe enviar uma carta ao juiz de instrução,  livrando-o  da cadeia, com a promessa dele não alimentar o escândalo, que só ele conhecia das aventuras amorosas de seu filho e das outras trapaças contra sua nora ? Imagino que esta pergunta ficará, eternamente enterrada dentro do palácio de Buckingham, embora o mais cinico possa, ostensivamente, indagar ; Por que razão a Rainha Elizabeth levou tanto tempo para  entregar à justiça  a carta em que isentava Burrel da cadeia ?

 

                                 O FINAL SEM MORTOS SEM FERIDOS..APARENTEMENTE

        Como tudo o que ocorre dentro do hipócrita e falso ambiente puritano protestante,  o final foi feliz, Não houve mortos nem feridos e todos se saíram bem, inclusive o nosso amigo Paul Burrel, naturalmente  por ordem  e comando da sapiente rainha Elizabeth.

 Burrell se deu conta de vários aspectos importantes :

Livrou-se da cadeia e como passava a ser a pessoa mais procurada da  Grã Bretanha, emigrou para os Estados Unidos, onde, na Florida, publicou  várias entrevistas e dois livros, que lhe deram, segundo as noticias,+ mais de meio milhão de dólares,  e a arrogante rainha Elizabeth ficou com seu prestigio e poder inalterados.  GOD SAVE THE QUEEN !!!


 


 
 
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