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PRODUTOS

Bula do Enalapril 20 Mg Caixa com 30 comprimidos


Dica de compra
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES
Comprimidos 5 mg: embalagens contendo 30 e 200* comprimidos.
Comprimidos 10 mg: embalagens contendo 30 e 150* comprimidos.
Comprimidos 20 mg: embalagens contendo 30 e 150* comprimidos.
*Embalagem Hospitalar
USO ADULTO
USO ORAL
COMPOSIÇÕES
Cada comprimido de 5 mg contém:
maleato de enalapril...................................................................................................................................5 mg
excipientes q.s.p.............................................................................................................................1comprimido
(bicarbonato de sódio, lactose, amido de milho, celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal, fosfato de
cálcio dibásico e estearato de magnésio).
Cada comprimido de 10 mg contém:
maleato de enalapril.................................................................................................................................10 mg
excipientes q.s.p.............................................................................................................................1comprimido
(bicarbonato de sódio, lactose, amido de milho, corante sicovit marrom 75 e 172, corante laca vermelho F.D. e
C. nº 40, celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal, fosfato de cálcio dibásico e estearato de
magnésio).
Cada comprimido de 20 mg contém:
maleato de enalapril.................................................................................................................................20 mg
excipientes q.s.p.............................................................................................................................1comprimido
(bicarbonato de sódio, lactose, amido de milho, corante laca vermelho F.D. e C. nº 40, celulose microcristalina,
dióxido de silício coloidal, fosfato de cálcio dibásico e estearato de magnésio).
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
- Ação esperada do medicamento: O maleato de enalapril tem ação anti-hipertensiva e vasodilatadora. O
início de ação é suave e gradativo, iniciam-se dentro de uma hora e seus efeitos geralmente continuam por 24
horas.
- Cuidados de armazenamento: Conservar em temperatura ambiente entre 15° e 30° C. Proteger da luz e
umidade.
- Prazo de validade: 24 MESES a partir da data de fabricação contida na embalagem externa. Não use
medicamento com o prazo de validade vencido, pode ocorrer diminuição significativa do seu efeito terapêutico.
- Gravidez e lactação: “Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu
término”. “Informe seu médico se está amamentando”. Não é aconselhável o uso de maleato de enalapril
durante a gravidez, a menos que seja considerado como necessidade vital para a mãe. Recém-nascidos de
mães que administraram o maleato de enalapril, devem ser acompanhados para a verificação da ocorrência de
hipotensão.
- Cuidados de administração: O maleato de enalapril comprimidos pode ser consumido antes, durante ou
após as refeições.
- “Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento'. Não
associe outros anti-hipertensivos ao tratamento sem o conhecimento do seu médico.
- Interrupção do tratamento: “Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico'.
- Reações adversas: “Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: dor de
cabeça, tontura, zumbido, fadiga, tosse, diarréia, náuseas, dor abdominal, vômitos, insônia, nervosismo ou
erupção cutânea”.
“TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS'.
- Ingestão concomitante com outras substâncias: Se for administrado com um diurético espoliador de
potássio, a hipocalemia induzida por este pode ser atenuada. Os fatores de risco para o desenvolvimento de
hipercalemia incluem insuficiência renal, Diabetes mellitus, uso concomitante de diuréticos poupadores de
potássio (por exemplo: espironolactona, triantereno ou amilorida), suplementos de potássio, ou substitutos do
sal de cozinha contendo potássio.
- Contra-indicações e Precauções: Não pode ser usada por pacientes com hipersensibilidade ao fármaco ou
a qualquer outro componente da fórmula e nos pacientes com história de edema angioneurótico relacionado a
tratamento prévio com inibidores de enzima conversora da angiotensina (ECA). Pacientes portadores de
insuficiência cardíaca e/ou renal, doença isquêmica cardíaca ou cerebrovascular devem ter rigoroso
acompanhamento médico durante o tratamento.
“Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o
tratamento'.
- “NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA
A SUA SAÚDE”.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS
O enalapril é uma pró-droga que é hidrolizada no fígado à forma diácida ativa, o enalaprilato, que é
substancialmente mais potente que a pró-droga. É comercializado sob a forma de maleato de enalapril, o que
possibilita uma maior absorção gastrintestinal da droga se comparada com o enalaprilato.
O enalaprilato é um inibidor específico da enzima conversora da angiotensina (ECA).
A inibição da ECA pelo enalaprilato faz com que haja inibição da conversão de angiotensina I em angiotensina
II (potente vasoconstritor). Provocando, conseqüentemente, a inibição da produção de aldosterona. O
metabolismo de bradicinina torna-se reduzido, pois a ECA possui estrutura semelhante a bradicininase,
podendo, então, o enalaprilato inibir esta enzima, causando assim um aumento na concentração sérica de
bradicinina e de prostaglandina E2.
O maleato de enalapril está indicado para o tratamento de todos os graus de hipertensão essencial, tratamento
e prevenção da insuficiência cardíaca e na hipertensão renovascular; podendo ser administrado
isoladamente, como terapia inicial, ou associado com outros anti-hipertensivos, principalmente diuréticos.
Segundo a literatura consultada, em um estudo multicêntrico duplo-cego, controlado com o placebo, sobre
disfunção ventricular esquerda, foram avaliados os efeitos do maleato de enalapril em 6.797 pacientes. 2.569
pacientes com todos os graus de “tratamento” e 4.228 pacientes com disfunção assintomática do ventrículo
esquerdo foram aleatoriamente selecionados para o estudo “Prevenção”. Os resultados combinados
demonstraram a redução global do risco de ocorrência dos principais eventos isquêmicos. O maleato de
enalapril preveniu significativamente o desenvolvimento da insuficiência cardíaca sintomática e reduziu o
número de hospitalizações por insuficiência cardíaca. No estudo “tratamento”, o maleato de enalapril,
adicionado à terapêutica convencional, reduziu significativamente a taxa global de mortalidade e
hospitalização por insuficiência cardíaca e melhorou a classificação funcional baseada na classificação da
Associação de Saúde de Nova York. Em um estudo similar envolvendo 253 pacientes com insuficiência
cardíaca grave foram demostradas as propriedades cardioprotetoras por meio de efeitos benéficos na
sobrevida e no retardamento da progressão da insuficiência cardíaca em pacientes com disfunção cardíaca
sintomática, em pacientes assintomáticos com disfunção ventricular esquerda; e na prevenção de eventos
isquêmicos coronarianos em pacientes com disfunção ventricular esquerda, especificamente redução de
incidência de infarto do miocardio e de hospitalização de pacientes com Angina pectoris instável.
INDICAÇÕES
O maleato de enalapril é indicado nos quadros de:
Prevenção e tratamento de todos os graus de insuficiência cardíaca sintomática (aumenta a sobrevida, retarda
a progressão da insuficiência cardíaca, reduz a hospitalização);
Prevenção do desenvolvimento da insuficiência cardíaca em pacientes assintomáticos com disfunção
ventricular esquerda;
Hipertensão renovascular;
Todos os graus de hipertensão essencial;
Prevenção de eventos isquêmicos coronarianos em pacientes com disfunção ventricular esquerda: (reduz a
incidência de infarto do miocárdio e reduz a internação por Angina pectoris instável).
CONTRA-INDICAÇÕES
O MALEATO DE ENALAPRIL É CONTRA-INDICADO EM CASOS DE PACIENTES COM HISTÓRIA
PRÉVIA DE EDEMA ANGIONEURÓTICO, SEJA HEREDITÁRIO OU IDIOPÁTICO; OU QUE POSSUA
HIPERSENSIBILIDADE A QUALQUER COMPONENTE DA FORMULAÇÃO OU MESMO A OUTROS
INIBIDORES DA ECA.
PRECAUÇÕES
Hipotensão sintomática foi observada, raramente, em hipertensos sem complicações. Em pacientes
hipertensos recebendo maleato de enalapril, existe maior probabilidade de ocorrer hipotensão, quando houver
depleção do volume, por exemplo, devido a terapia dietética de sal, diálise, diarréia ou vômitos. Em pacientes
com insuficiência cardíaca, com ou sem insuficiência renal associada, foi observada hipotensão sintomática,
principalmente naqueles com graus mais avançados de insuficiência cardíaca, conforme indicado pelo uso de
altas doses de diuréticos de alça, hiponatremia ou insuficiência renal. Nesses casos, a terapia deve ser iniciada
sob supervisão médica e os pacientes devem ser seguidos cuidadosamente, sempre que a dose for ajustada.
Considerações semelhantes podem se aplicar a pacientes com doença isquêmica cardíaca ou
cerebrovascular, nos quais a queda excessiva da pressão poderia resultar em infarto do miocárdio ou acidente
vascular cerebral (AVC). Se ocorrer hipotensão, o paciente deve ser colocado em posição supina e, se
necessário, deve receber infusão intravenosa (IV) de solução salina. Uma resposta hipotensora transitória não
é contra-indicada para novas doses, que podem ser dadas geralmente sem dificuldade, desde que a pressão
arterial tenha aumentado após a expansão do volume. Em alguns pacientes portadores de insuficiência
cardíaca, com pressão arterial normal ou baixa, decréscimos adicionais da pressão arterial sistêmica podem
ocorrer com o uso de maleato de enalapril. Esse efeito é esperado e, geralmente, não é razão para a
interrupção do tratamento. Se a hipotensão se tornar sintomática, a redução da dose e/ou a descontinuação do
diurético e/ou do maleato de enalapril podem ser necessárias. Insuficiência renal: em alguns pacientes, a
hipotensão decorrente do início da terapia com inibidores da ECA, podem levar à deterioração adicional da
função renal. Foi relatada, nessa situação, insuficiência renal aguda usualmente reversível. Pacientes com
insuficiência renal podem requerer doses reduzidas e/ou menos freqüentes de maleato de enalapril. Em
alguns pacientes com esteanose da artéria renal bilateral ou estenose da artéria renal de rim único, aumento
dos níveis séricos de uréia e creatinina reversíveis com a interrupção da terapia, têm sido observados, isso é
particularmente importante em pacientes com insuficiência renal. Alguns pacientes sem lesão renal préexistente
aparente desenvolveram aumentos geralmente discretos e transitórios da uréia e creatinina
sangüíneas, quando receberam o maleato de enalapril concomitante com um diurético. Pode ser necessária a
redução da dose e/ou a interrupção do diurético e ou do maleato de enalapril. Hipersensibilidade/Edema
angioneurótico: edema angioneurótico de face, extremidades, lábios, língua, glote e/ou laringe foi relatado
raramente, em pacientes tratados com inibidores da ECA, incluindo o maleato de enalapril, podendo ocorrer
em qualquer momento do tratamento. Nesses casos, o maleato de enalapril deve ser imediatamente
descontinuado e o paciente observado cuidadosamente até a resolução completa dos sintomas. Nos casos de
edema localizado de face e lábios, geralmente a regressão do quadro sem tratamento, embora antihistamínicos
possam ser úteis para alívio dos sintomas. O edema angioneurótico associado a edema de
laringe pode ser fatal. Quando houver envolvimento de língua, glote ou laringe, com potencial de causar
obstrução das vias aéreas, devem-se administrar o tratamento adequado imediatamente, inclusive
administrando adrenalina 1:1.000 por via subcutânea (0,3 a 0,5mL).
Pacientes com história de edema angioneurótico não relacionados com os inibidores da ECA podem estar sob
risco maior de angioedema enquanto estiverem recebendo esses agentes. Reações anafilactóides durante
a dessensibilização com Himenoptera: raramente, pacientes que estão recebendo inibidores da ECA
durante a dessensibilização com veneno de Himenoptera sofreram reações anafilactóides com risco de vida.
Essas reações foram evitadas com a suspensão temporária da terapia com o inibidor da ECA, antes de cada
dessensibilização.
Pacientes submetidos à hemodiálise: têm sido relatada a ocorrência de reações anafilactóides em
pacientes submetidos à diálise com membranas de alto fluxo e tratados concomitantemente com um inibidor
da ECA. Nesses pacientes deve-se considerar a utilização de outro tipo de membrana de diálise ou uma classe
diferente de anti-hipertensivo.
Tosse: foi relatada tosse com o uso de inibidores da ECA. Caracteristicamente, a tosse é não-produtiva,
persistente e desaparece com a descontinuação da terapia. A tosse induzida por inibidores da ECA deve ser
considerada como parte do diagnóstico diferencial da tosse.
Cirurgia/Anestesia: em pacientes submetidos a cirurgias de grande porte ou sob anestesia com agentes que
produzem hipotensão, o enalapril bloqueia a formação de angiotensina II, secundária à liberação de renina. Se
ocorrer hipotensão e for considerada devida a esse mecanismo, ela poderá ser corrigida pela expansão do
volume. Não é recomendado o uso durante a gravidez. O tratamento com maleato de enalapril deve ser
suspenso logo que se confirme a gravidez, a menos que seja considerado vital para a mãe. Os inibidores da
ECA podem causar morbidade e mortalidade fetal e neonatal quando administrados a mulheres no segundo ou
terceiro trimestre da gravidez. A utilização de inibidores da ECA durante esse período foi associado a danos
para o feto e para o recém-nascido, incluindo hipotensão, insuficiência renal, hipercalemia, e/ou hipoplasia de
crânio do recém-nascido.
Ocorreu oligodrâmnio materno, presumivelmente representando redução da função renal fetal, podendo
resultar em contraturas de membros, deformidades craniofaciais e desenvolvimento de pulmão hipoplásico.
Se for utilizado maleato de enalapril, a paciente deverá ser devidamente informada sobre os riscos para o feto.
Esses efeitos adversos para o embrião e para o feto não parecem ter resultados da exposição intra-uterina ao
inibidor da ECA, restrita ao primeiro trimestre. Em raros casos, nos quais a utilização de inibidores da ECA é
considerada essencial, deve ser feita ultrassonografia seriada para se acompanhar o meio intra-aminiótico.
Se for detectado oligodrâmnio deve-se descontinuar o uso, a menos que seja considerado vital para a mãe.
Pacientes e médicos devem, contudo, estar cientes de que o oligodrâmnio pode aparecer somente depois que
o feto sofreu danos irreversíveis. Crianças cujas mães tenham tomado enalapril devem ser acompanhadas de
perto, para verificar a ocorrência de hipotensão, oligúria e hipercalemia. O enalapril que atravessa a barreira
placentária, foi removido da circulação do recém-nascido por meio de diálise peritoneal, com alguns benefícios
clínicos e, teoricamente, pode ser removido por exsanguíneo transfusão.
Nutrizes: o enalapril e o enaprilato são secretados no leite humano, em quantidades visíveis.
Uso pediátrico: O maleato de enalapril não foi estudado em crianças.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Pacientes tratados com um diurético tiazídico recebendo como associação maleato de enalapril podem
apresentar atenuação no efeito espoliador de potássio provocado pelo diurético, mesmo já se encontrando
hipocalêmico.
O uso do maleato de enalapril pode aumentar o potássio sérico, ocasionando a possibilidade de ocorrência de
hipercalemia, se usado concomitantemente com diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio,
ou substitutos do sal de cozinha contendo potássio. Caso esta associação seja necessária, os níveis de
potássio devem ser monitorados com freqüência. Os antiácidos podem reduzir a absorção dos inibidores da
ECA. Se o uso em conjunto for recomendado, as doses devem ser separadas por duas horas.
Os antiinflamatórios não-esteroidais (AINEs), especialmente a indometacina podem antagonizar o efeito antihipertensivo
pela inibição da síntese de prostaglandinas renais.
O uso concomitante com sais de lítio pode aumentar a concentração sérica deste, sendo necessário uma
intensa monitorização destes pacientes.
REAÇÕES ADVERSAS
Os efeitos colaterais mais comumente relatados em estudos são dores de cabeça e tonturas. Outros
efeitos são: náuseas, fadiga e menos comumente hipotensão, síncopes, diarréias, náuseas e tosse.
Estes sintomas quando persistentes, merecem atenção médica.
Há possibilidade da ocorrência de reações de hipersensibilidade/edema angioneurótico de face,
língua, lábios, glote e/ou laringe e extremidades.
Em pacientes de alto risco, pode ocorrer infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (vide
PRECAUÇÕES), dor torácica, alterações do ritmo cardíaco, palpitações.
Podem ser desencadeadas reações adversas gastrintestinais como, estomatite, pancreatite,
insuficiência hepática, vômitos, constipação, dores abdominais, dispepsia, anorexia. Em nível de
sistema nervoso pode ocorrer depressão, confusão mental, insônia, nervosismo, sonolência,
vertigens.
Reações adversas podem ser observadas no trato respiratório: infiltrado pulmonar, dispnéia, rinorréia,
dor de garganta, rouquidão, broncoespasmo/asma.
Pode ocorrer dermatite esfoliativa, diaforese, prurido, pênfigo, alopécia, urticária, eritema multiforme,
síndrome de Stevens-Johnson; impotência, alteração do paladar, rubor facial, zumbido, glossite, visão
embaraçada; hipotensão principalmente após dose inicial em pacientes hipovolêmicos ou com
deficiência de sódio.
O uso de inibidores da ECA durante o 2º e 3º trimestres de gravidez tem sido associado a dano fetal
neonatal e morte (vide PRECAUÇÕES).
Não há evidências de teratogenicidade e carcinogenicidade.
ALTERAÇÕES EM EXAMES CLINICOS E LABORATORIAIS
- Pode ocorrer um aumento sérico de uréia e creatinina, elevação das enzimas hepáticas e/ou bilirrubinas.
Geralmente estas alterações são reversíveis com a descontinuação do tratamento.
- Hipercalemia e hiponatremia são passíveis de ocorrência.
- Hematológicos: possível ocorrência de títulos positivos de anticorpos anti-núcleo, reduções na hemoglobina
e hematócrito.
POSOLOGIA
Devido a absorção do maleato de enalapril não ser afetada pelos alimentos, a administração pode ser
realizada antes, durante ou após as refeições.
Hipertensão arterial essencial: A dose usual é de 10 ou 20 mg, dependendo do grau de hipertensão, em dose
única diária. Para hipertensão leve a dose inicial recomendada é de 10 mg/dia; para outros graus de
hipertensão a dose inicial é de 20 mg/dia. A dose para manutenção é de 20 mg/dia em administração única
diária. A dose poderá ser ajustada conforme a necessidade do paciente não excedendo 40 mg/dia.
Hipertensão renovascular: Devido a sensibilidade da pressão arterial e função renal neste grupo de
pacientes, a dose inicial deve ser menor (5 mg/dia ou menos), sendo ajustada conforme a necessidade de
cada paciente. Possivelmente este grupo responda a uma dose diária de 20 mg em única administração.
Hipertensão em terapia concomitante com diuréticos: O tratamento com diuréticos deverá ser
descontinuado por 2 a 3 dias antes do início da terapia com maleato de enalapril. Se isso não for possível a
dose inicial não deverá ultrapassar a 5 mg/dia para que se determine o efeito inicial sobre a pressão arterial. Há
possibilidade da ocorrência de hipotensão sintomática logo após a dose inicial de maleato de enalapril,
portanto recomenda-se cautela nestes casos, pois estes pacientes podem estar depletados de sal ou volume.
Posologia em insuficiência renal:
* O enalaprilato é dialisável. Nos dias em que o paciente não for submetido à diálise, a posologia deverá ser
ajustada à resposta da pressão arterial.
Insuficiência cardíaca/disfunção ventricular esquerda assintomática: A dose inicial recomendada é de
2,5 mg/dia administrada sob rígida supervisão médica, para se determinar o efeito inicial sobre a pressão
arterial. Após, se necessário, tratada a hipotensão sintomática conseqüente do início do tratamento da
insuficiência cardíaca com maleato de enalapril, a dose deverá ser gradualmente aumentada até a dose
habitual de manutenção de 20 mg/dia, em tomada única diária ou dividida em duas doses conforme a
tolerabilidade do paciente. Geralmente este ajuste posológico se dá no período de 2 a 4 semanas.
A ocorrência de hipotensão após a dose inicial de maleato de enalapril, não indica que ela ocorrerá durante a
terapia crônica e não contra-indica o uso prolongado do maleato de enalapril.
SUPERDOSE
A hipotensão acentuada é o sintoma mais comum na superdose, começando após 6 horas da ingestão dos
comprimidos, simultaneamente com o bloqueio do sistema renina-angiotensina e estupor.
O tratamento inclui medidas usuais de suporte, sendo prioritária a correção da hipotensão. Uma expansão de
volume com a infusão intravenosa de solução salina é o tratamento de escolha na restauração da pressão
sangüínea. Se a ingestão for recente, deve-se induzir ao vômito.
O enalaprilato pode ser removido da circulação por hemodiálise.
PACIENTES IDOSOS
Alguns pacientes idosos (acima de 60 anos) podem ser mais sensíveis aos efeitos hipotensores dos inibidores
da ECA, portanto, estes devem ser administrados com cautela, por este grupo de pacientes.
Registro M.S. Nº1.0465.0392
Farm. Responsável: Drª Adriana da Silva Leite - CRF-GO nº 2510
Nº do Lote, Data de Fabricação e Prazo de Validade: VIDE CARTUCHO
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA