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Bula do Hiconcil 500 Mg suspenso frasco com 150 ml


Dica de compra

HICONCIL
- Composição
cada cápsula contém 500 mg de amoxicilinatriidratada. Cada 5 ml da suspensão 125 mg, 250 mg e 500 mg contém 125 mg, 250 mg e 500 mg de amoxicilina triidratada, respectivamente.

- Posologia e Administração
adultos: posologia habitual: 250 mg a cada 8 horas. No caso de infecções graves ou infecções causadas por germes pouco sensíveis: 500 mg a cada 8 horas. Infecções do trato respiratório baixo: 500 mg a cada 8 horas. Infecções graves ou persistentes podem requerer doses maiores da droga. A dose oral máxima recomendada é 6 g por dia em doses fracionadas. Gonorréia, infecções uretrais e anogenitais agudas não complicadas devido a Neisseria gonorrheae não-produtoras de penicilinase: 3 g em dose única mais 1 g de probenicida em dose única. Crianças (< 20 kg): a posologia infantil não deve ultrapassar àquela recomendada para adultos. Crianças com mais de 20 kg de peso, devem receber posologia de adultos. Posologia habitual: 20 mg/kg/dia em doses fracionadas a cada 8 horas. No caso de infecções graves ou infecções causadas por germes pouco sensíveis: 40 mg/kg/dia em doses fracionadas a cada 8 horas. Infecções do trato respiratório baixo: 40 mg/kg/dia em doses fracionadas a cada 8 horas. Casos de gonorréia que apresentarem lesão suspeita concomitante de sífilis, deve ser feito exame de campo escuro previamente à administração de amoxicilina e realizadas reações sorológicas mensais durante pelo menos 4 meses. No tratamento das infecções crônicas do trato urinário, são necessárias avaliações clínicas e bacteriológicas freqüentes. Não devem ser utilizadas doses menores do que as acima recomendadas e por vezes doses maiores são necessárias. Infecções resistentes podem requerer tratamento durante várias semanas ou mais. Alguns casos requerem avaliações clínicas e bacteriológicas por diversos meses após o término do tratamento. O tratamento, exceto no caso de gonorréia, deve ser mantido por um mínimo de 48 a 72 horas após a cessação dos sintomas ou evidência de erradicação do agente bacteriano. Recomenda-se que o tratamento de qualquer infecção causada por estreptococos beta-hemolíticos do grupo A, seja mantido pelo menos durante 10 dias para prevenir a ocorrência de febre reumática aguda ou glomerulonefrite. Administração da suspensão oral: crianças com mais de 8 kg de peso devem receber a posologia apropriada da suspensão oral de 125 mg, 250 mg ou 500 mg/5ml. Após a reconstituição, a quantidade necessária da suspensão deve ser colocada diretamente na boca da criança. A administração pode ser feita também adicionando-se a quantidade necessária de suspensão em água, leite, sucos de frutas ou outras bebidas frias. Estes preparados devem ser ingeridos imediatamente e por completo para que a criança receba toda a dose recomendada. Insuficiência renal: as doses de amoxicilina devem ser modificadas de acordo com o grau de insuficiência renal, gravidade da infecção e sensibilidade dos organismos causadores. Adultos com grau de filtração glomerular maior que 50 ml/minuto não requerem redução de dosagem. Com grau de filtração glomerular de 10 a 50 ml/minuto, a dose habitual deve ser administrada em intervalos de 8 a 12 horas. Adultos com grau de filtração menor que 10 ml/minuto podem receber a dose habitual a cada 24 horas. O intervalo de dose para crianças com clearance de creatinina menor que 10 ml/minuto é de 12 a 24 horas. Diálise: pacientes submetidos à hemodiálise devem receber uma dose suplementar de amoxicilina após cada sessão de diálise. Pacientes submetidos à diálise peritoneal devem receber 250 mg de amoxicilina a cada 12 horas. Superdosagem: em caso de superdosagem, descontinuar a droga. Tratar o paciente de acordo com os sintomas e tomar medidas apropriadas conforme a necessidade. A amoxicilina pode ser removida da circulação através de hemodiálise, mas não removida por diálise peritoneal.

- Precauções
tem sido relatado com praticamente todos agentes antibacterianos, colite pseudomembranosa que pode variar de moderada a grave com risco de vida. Portanto, é importante considerar este diagnóstico em pacientes que apresentaram diarréia após a administração de agentes antimicrobianos. Devem ser tomadas medidas terapêuticas após o estabelecimento do diagnóstico. Podem ser verificadas superinfecções fúngicas ou por patógenos bacterianos durante o período de tratamento e medidas apropriadas devem ser tomadas. Como aos demais antibióticos, nos casos do tratamento se prolongar, aconselha-se um controle periódico da função renal, hepática e hematopoiética do paciente. De modo geral, eritema, erupção maculopapular têm sido freqüentemente relatados após o uso de amoxicilina e ampicilina em pacientes com mononucleose. Estas drogas provavelmente não devem ser usadas em pacientes com esta doença. Gravidez: a segurança durante a gravidez não foi estabelecida. A amoxicilina atravessa facilmente a placenta. Mulheres lactantes: apesar da amoxicilina ser excretada no leite humano em pequenas quantidades, a administração desta droga deve ser feita com cautela em mulheres lactantes. - Interações medicamentosas: probenecida: a administração oral de probenecida concomitantemente com amoxicilina reduz o grau de secreção tubular renal de amoxicilina. Os picos de concentrações séricas e a meia-vida de amoxicilina são geralmente elevados para 30 a 60%. Aminoglicosídeos e penicilinas são fisicamente e/ou quimicamente incompatíveis e podem inativar um ao outro mutuamente in vitro. Penicilinas podem inativar aminoglicosídeos nas amostras de soros in vitro dos pacientes recebendo ambas as drogas, as quais podem produzir erroneamente uma diminuição nos resultados dos ensaios séricos de aminoglicosídeos nas amostras de soro.

- Reações adversas
foram descritas as seguintes reações adversas associadas ao uso das penicilinas e derivados de penicilinas semi-sintéticas: gastrintestinal: glossite, estomatite, língua vilosa negra, náuseas, vômitos e diarréia. Estas reações são geralmente associadas à forma oral de administração. Raramente tem sido relatado colite pseudomembranosa. Hipersensibilidade: clinicamente, observam-se dois tipos de reações alérgicas à penicilina: imediatas e tardias. As reações imediatas ocorrem normalmente dentro de 20 minutos após a administração e em termos de gravidade vão desde urticária e prurido até angioedema, laringospasmo, broncospasmo, hipotensão, colapso vascular e óbito. Tais reações são muito raras. Estas geralmente ocorrem após a terapia parenteral; entretanto têm sido observadas em pacientes recebendo terapia oral. Outro tipo de reação imediata e acelerada pode ocorrer 20 minutos a 48 horas após a administração e inclui urticária, prurido, sibilos, espirro e febre. Embora ocorra edema laríngeo, laringospasmo e hipotensão, a fatalidade é rara. As reações alérgicas tardias na terapia com penicilina ocorrem geralmente após 48 horas e às vezes até 2 a 4 semanas após o início da terapia. As manifestações deste tipo de reação incluem sintomas de debilidade orgânica (por exemplo, febre, mal-estar, urticária, mialgia, artralgia, dor abdominal) e várias erupções cutâneas. Reações de hipersensibilidade ocorrem com mais frequência em indivíduos que já tenham demonstrado hipersensibilidade à penicilina e naqueles com história de alergia, asma, febre do feno ou urticária. A anafilaxia é a reação mais séria que tem sido observada e está geralmente associada à administração parenteral da droga. Erupções e urticária têm sido relatados freqüentemente. Poucos casos de dermatite esfoliativa e eritema multiforme têm sido relatados. Fígado: observa-se uma elevação moderada da transaminase glutâmico oxaloacética (TGO), desidrogenase láctica e fosfatase alcalina foi observada, porém de significação desconhecida. Sistema hemolinfático: foram descritos anemia, trombocitopenia, púrpura trombocitopênica, eosinofilia, leucopenia e agranulocitose durante o tratamento com penicilinas. Estas reações são geralmente reversíveis após a suspensão do tratamento e acredita-se que são fenômenos de hipersensibilidade.

- Contra-Indicações
pacientes com história anterior de reações de hipersensibilidade a qualquer penicilina ou a qualquer componente da formulação. Advertências: reações anafiláticas graves e ocasionalmente fatais têm sido relatadas em pacientes recebendo penicilina. Apesar da anafilaxia ser mais freqüente após terapia parenteral, tem ocorrido em pacientes em uso de penicilinas orais. Reações anafiláticas graves requerem tratamento imediato de emergência. Antes de se iniciar o tratamento com uma penicilina, recomenda-se verificar cuidadosamente se o paciente já apresentou história prévia de alguma forma de alergia às penicilinas, cefalosporinas e outros alérgenos. Há evidências clínicas e laboratoriais de reações cruzadas entre antibióticos betalactâmicos bicíclicos, incluindo penicilinas, cefalosporinas, cefamicina, 1-oxa-lactâmicos e carbapenems. Caso ocorra reação alérgica, a droga deve ser descontinuada e medidas apropriadas devem ser tomadas.

- Indicações
tratamento das infecções ocasionadas por germes sensíveis à ação da amoxicilina, tais como: Gram-negativos: Haemophilus influenzae, Escherichia coli, Proteus mirabilis e Neisseria gonorrhoeae. Gram-positivos: Streptococcus incluindo Streptococcus pneumoniae (anteriormente Diplococcus pneumoniae), Enterococcus faecalis (anteriormente Streptococcus faecalis), e estafilococos não produtores de penicilinase. A terapia pode ser instituída antes da obtenção dos resultados dos estudos de sensibilidade e bacteriológicos para determinar os organismos causadores e sua sensibilidade à amoxicilina.

- Apresentação
500 mg: caixas com 12, 15, 24 ou 30 cápsulas. Pó para suspensão oral: 125 mg e 250 mg: frasco contendo pó para preparar 150 ml (30 doses), acompanhado de dosador oral. 500 mg: frasco contendo pó para preparar 105 ml (21 doses) ou 150 ml (30 doses), acompanhado de dosador oral.