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Bula do Insulina Humulin N 100ui 10 Ml


Dica de compra
HUMULIN
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cada ml contém: insulina humana derivada de ADNrecombinante 100 unidades e os seguintes excipientes: Humulin Regular: m-cresol, glicerina, água para injeção Farm.Bras. Humulin Lenta: acetato de sódio anidro, cloreto de sódio, óxido de zinco, metilparabeno, água esterilizada Farm.Bras. Humulin NPH: m-cresol, glicerina, fenol, sulfato de protamina, fosfato de sódio dibásico, água esterilizada Farm.Bras. Humulin 90N/10R: m-cresol, glicerina, fenol, sulfato de protamina, fosfato de sódio dibásico, óxido de zinco, água esterilizada Farm.Bras. Humulin 80N/20R: m-cresol, glicerina, fenol, sulfato de protamina, fosfato de sódio dibásico, água esterilizada Farm.Bras. Humulin 70N/30R: m-cresol, glicerina, fenol, sulfato de protamina, fosfato de sódio dibásico, água esterilizada Farm.Bras. - Advertências: a insulina humana difere das demais insulinas provenientes de animais, por ser estruturalmente idêntica à insulina produzida pelo pâncreas humano e pelo processo de fabricação que é específico. Qualquer mudança de insulina deve ser feita cautelosamente e somente sob orientação médica. Alterações na pureza, concentração, marca (fabricante), tipo (regular, NPH, lenta, etc.), espécie (bovina, suína, bovina-suína, humana) e/ou método de fabricação (ADN recombinante ou origem animal) podem resultar na necessidade de uma alteração na dose. Alguns pacientes que venham a usar Humulin (insulina humana, derivada de ADN recombinante) poderão necessitar de um ajuste de dose, em relação à insulina de origem animal que vinham recebendo. Este ajuste poderá ocorrer na primeira dose ou durante as primeiras semanas ou meses.

- Posologia e Administração
o médico determinará qual a insulina a ser usada, quanto, quando e com que freqüência deve ser administrada. Este esquema é individualizado porque o diabetes é diferente em cada paciente. A dose usual de insulina pode ser afetada pelas variações na alimentação, atividade ou esquema de trabalho. O paciente deve seguir cuidadosamente as instruções médicas para evitar essas variações. Outros fatores que podem afetar a dose de insulina são: doenças, especialmente com náuseas e vômitos, podem causar variações nas necessidades de insulina . Mesmo que o paciente não esteja comendo, ele ainda necessita de insulina . Paciente e médico devem estabelecer um plano diário nos casos de doença. Quando o paciente estiver doente, deve testar freqüentemente o sangue e a urina e pedir instruções ao médico. Gravidez: um bom controle do diabetes é muito importante para a mãe e o feto. A gravidez pode dificultar o tratamento do diabetes . Consultar o médico se estiver grávida, amamentando ou planejando engravidar. Medicação: as necessidades de insulina podem aumentar se o paciente estiver tomando outras drogas hiperglicemiantes, tais como, contraceptivos orais, corticosteróides, ou hormônios da tiróide. As necessidades de insulina podem ser reduzidas na presença de drogas hipoglicemiantes, tais como, hipoglicemiantes orais, salicilatos (por ex. aspirina), sulfas e certos antidepressivos. Notificar o médico sobre qualquer medicação adicional. Exercícios: os exercícios podem diminuir as necessidades orgânicas de insulina durante e algum tempo após a atividade. Os exercícios podem também acelerar o efeito de uma dose de insulina , especialmente se o exercício envolver a área do local da injeção (por ex.: as pernas não devem ser usadas para injeção logo antes de correr). Discutir com o médico o ajuste de dose de acordo com os exercícios. Viagem: pacientes viajando a locais com mais de duas horas de diferença de fuso horário devem consultar o médico para ajuste de dose. - Modo de usar: uso de seringa adequada: as doses de insulina são medidas em unidades. O número de unidades em cada mililitro (ml) está claramente impresso na embalagem. Cada tipo de insulina está disponível na concentração U-100 (100 unidades/ml). É importante entender as graduações na seringa, porque o volume a ser injetado depende da concentração, que é o número de unidades por ml. Por esta razão, deve-se utilizar sempre uma seringa graduada para a concentração de insulina que está usando. Erro no uso da seringa pode levar a um erro na dose causando sérios problemas, como variação na glicemia que pode ser muito baixa ou muito alta.

- Precauções
uso durante a gravidez: o controle da glicemia é vital para assegurar o nascimento de uma criança saudável. A normalização da glicemia deve ocorrer antes da concepção e continuar durante toda a gravidez. Uma vez que a gravidez pode piorar o diabetes e devido à importância de um bom controle da doença, as pacientes diabéticas que pretendem engravidar ou que já estejam grávidas devem procurar aconselhamento médico. As pacientes diabéticas que estejam amamentando podem necessitar de um ajuste na dose de insulina ou na dieta. Hipoglicemia (reação insulínica): a hipoglicemia (muito pouca glicose no sangue) é uma das mais freqüentes reações adversas experimentadas pelos usuários de insulina e pode ser causada por: administração de muita insulina ; perda ou atraso das refeições; exercício ou trabalho acima do normal; doenças infecciosas (principalmente com diarréia ou vomito); alterações na necessidade de insulina por parte do organismo; doenças das glândulas supra-renais, hipófise ou tiróide ou evolução de doença renal ou hepática; interações com outras drogas que diminuem a glicose no sangue, tais como, hipoglicemiantes orais, salicilatos (por ex.: aspirina), sulfas e alguns antidepressivos; consumo de bebidas alcoólicas. Os sintomas de hipoglicemia de leve a moderada gravidade podem ocorrer subitamente e incluem: sudorese, tontura, palpitação , tremor, fome, inquietação, sonolência, distúrbios do sono, ansiedade, visão embaçada, dificuldade de fala, humor deprimido, tremor nas (mãos, pés, lábios ou língua), sensação de cabeça leve, incapacidade de concentração, cefaléia , irritabilidade, comportamento anormal, movimento instável, alterações da personalidade. Os sintomas de hipoglicemia grave incluem: desorientação, inconsciência , convulsões e morte. Portanto, é importante que seja obtida assistência médica imediatamente. Os primeiros sintomas de alerta de hipoglicemia podem ser diferentes ou menos pronunciados sob certas condições, tais como, longa duração do diabetes , presença de neuropatia diabética, medicações, tais como, betabloqueadores, alterações na formulação de insulina ou intensificação no controle do diabetes (três ou mais injeções de insulina por dia). Alguns pacientes que tiveram reações hipoglicêmicas após serem transferidos da insulina de origem animal para insulina humana relataram que os primeiros sintomas de alerta de hipoglicemia foram menos pronunciados ou diferentes daqueles experimentados com a insulina de origem animal. Sem o reconhecimento dos primeiros sintomas de alerta, o paciente pode não ser capaz de tomar as providências para evitar uma hipoglicemia mais grave. Portanto, deve estar alerta para todos os vários tipos de sintomas que podem indicar hipoglicemia . Os pacientes que apresentaram hipoglicemia sem os primeiros sintomas de alerta, devem monitorar a taxa de glicose no sangue freqüentemente, especialmente antes de atividades, tal como, dirigir. Se a taxa de glicose no sangue estiver abaixo da glicemia normal em jejum, o paciente deve comer ou beber alimentos contendo açúcar para corrigir a hipoglicemia . A hipoglicemia de leve a moderada gravidade pode ser tratada com ingestão de alimentos ou bebidas contendo açúcar. Os pacientes devem ter sempre à mão uma fonte rápida de açúcar, tais como, balas/drops açucarados ou tabletes de glicose. A hipoglicemia mais grave pode requerer assistência médica. Pacientes incapazes de ingerir açúcar por via oral ou que estejam inconscientes, necessitam de injeção de glucagon ou devem ser tratados com a administração intravenosa de glicose em locais médicos apropriados. Os pacientes devem aprender a reconhecer os sintomas próprios de hipoglicemia . Se não há segurança com relação aos sintomas, monitorar a glicose no sangue com freqüência, para ajudar a reconhecê-los. Se houver episódios freqüentes de hipoglicemia ou dificuldade em reconhecer os sintomas, consultar o médico para discutir possíveis alterações na terapia, planos de alimentação e/ou programas de exercícios para ajudar a evitar a hipoglicemia . Hiperglicemia e acidose diabética: a hiperglicemia (muita glicose no sangue) pode ocorrer se o organismo tiver muito pouca insulina . A hiperglicemia pode ser causada por: Não tomar ou tomar menos insulina do que a prescrita pelo médico; comer acima do regime alimentar estabelecido; desenvolvimento de febre ou infecção ou outra situação de estresse. Em pacientes com diabetes insulinodependente, a hiperglicemia prolongada pode resultar em acidose diabética. Os primeiros sintomas de acidose diabética aparecem gradativamente, após um período de horas ou dias, e incluem sensação de fadiga, faces coradas, sede, perda de apetite e hálito com odor de fruta. Na acidose , os testes de urina mostram grande quantidade de glicose e acetona. Os sintomas mais graves são respiração difícil e pulso acelerado. Se não tratada, a hiperglicemia prolongada ou a acidose diabética podem levar à náusea, vômito, desidratação , perda de consciência ou morte. Portanto, é importante receber assistência médica imediatamente.

- Reações adversas
lipodistrofia: raramente, a administração subcutânea de insulina pode resultar em lipoatrofia (depressão na pele) ou lipo-hipertrofia (aumento ou espessamento do tecido ). Se notar qualquer uma dessas condições, consultar o médico. Uma mudança na técnica de injeção pode ajudar a aliviar o problema. Alergia à insulina : alergia local: ocasionalmente, os pacientes apresentam vermelhidão, inchaço e coceira no local da injeção de insulina . Esta condição, chamada de alergia local, usualmente desaparece em poucos dias ou em poucas semanas. Em alguns casos, esta condição pode estar relacionada a outros fatores, tais como, irritação causada por drogas para limpeza de pele ou técnicas inadequadas de injeção. Se aparecerem reações locais, contatar o médico. Alergia sistêmica: menos comum, mas potencialmente mais grave, é a alergia generalizada à insulina , que pode causar erupção em todo o corpo, falta de ar, chiado, queda na pressão sangüínea, pulso acelerado ou sudorese. Casos graves de alergia generalizada podem causar risco de vida. Se notar que está tendo uma reação alérgica generalizada à insulina contatar um médico imediatamente.

- Apresentação
suspensão injetável contendo 100 unidades (U-100) de insulina humana (ADN recombinante) por ml. É apresentado em frascos de vidro tipo I, com 10 ml de suspensão.


- Laboratório

Eli Lilly do Brasil Ltda.
Av. Morumbi, 8264
São Paulo/SP - CEP: 04703-002
Tel: 55 (011) 532-6911
Fax: 55 (011) 532-6966
Site: http://www.elililly.com/