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Bula do Sinvaston 10 Mg Caixa com 30 comprimidos


Dica de compra
Sinvaston
sinvastatina
USO ADULTO
FÓRMULA DE COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de 10 mg contém:
sinvastatina..............................................................................................10 mg
Excipiente................................q.s.p..............................................1 comprimido
Excipientes: microcelulose, amido de milho, lactose*, ácido ascórbico, ácido cítrico,
estearato de magnésio, polietilenoglicol, álcool polivinílico, bióxido de titânio,
talco magnesita, corante, polissorbato.
Cada comprimido revestido de 20 mg contém
sinvastatina...............................................................................................20 mg
Excipiente................................q.s.p..............................................1 comprimido
Excipientes: Microcelulose, amido de milho, lactose*, ácido ascórbico, ácido cítrico,
estearato de magnésio, polietilenoglicol, álcool polivinílico, bióxido de titânio,
talco magnesita, corante, polissorbato.
Cada comprimido revestido de 40 mg contém
sinvastatina..............................................................................................40 mg
Excipiente................................q.s.p..............................................1 comprimido
Excipientes: Microcelulose, amido de milho, lactose*, ácido ascórbico, ácido cítrico,
estearato de magnésio, polietilenoglicol, álcool polivinílico, bióxido de titânio,
talco magnesita, corante, polissorbato.
POSOLOGIA:
O paciente deve iniciar uma dieta padrão redutora de colesterol antes de receber
Sinvaston e deve mantê-la durante o tratamento com Sinvaston.
Hiperlipidemia: A dose inicial usual é de 10 mg/dia, administrada em dose única
à noite. Pacientes com hipercolesterolemia leve a moderada podem ser tratados
com a posologia inicial de 5 mg de Sinvaston. Ajustes posológicos, se necessários,
devem ser feitos em intervalos maiores do que 4 semanas, até o máximo de 80
mg/dia administrados em dose única, à noite. Se os níveis de LDL-colesterol forem
reduzidos para menos de 75 mg/dl, ou se os níveis de colesterol total plasmáticos
forem reduzidos para menos de 140 mg/dl, deve-se considerar a redução da dose
de Sinvaston.
Hipercolesterolemia familiar homozigótica:
Com base nos resultados de um estudo clínico controlado, a posologia recomendada
para pacientes com hipercolesterolemia familiar homozigótica é de 40 mg/
dia à noite ou 80 mg/dia divididos em 3 doses de 20 mg, 20 mg e uma dose
noturna de 40 mg. Nestes pacientes, Sinvaston deve ser usado como adjunto a
outros tratamentos hipolipemiantes (por exemplo, aférese de LDL) ou quando tais
tratamentos não forem disponíveis.
Doença coronariana: Pacientes com doença coronariana podem ser tratadas
com uma dose inicial de 20 mg/dia, administrada em dose única, à noite.
Ajustes posológicos, se necessários, devem ser realizados conforme descrito
anteriormente (veja posologia e administração Hiperlipidemia).
Terapia concomitante: Sinvaston é eficaz isoladamente ou em combinação com
os sequestrantes de ácidos biliares. Em pacientes recebendo ciclosporina, fibratos
ou niacina concomitantemente com Sinvaston, a posologia máxima recomendada
é de 10 mg/dia (veja precauções, efeitos musculares).
Posologia na insuficiência renal:
Como Sinvaston não é significativamente excretado pelos rins, não devem ser
necessárias modificações posológicas em pacientes com insuficiência renal moderada.
Em pacientes com insuficiência renal grave (depuração de creatinina < 30
ml/min), a utilização de posologia acima de 10 mg/dia deve ser cuidadosamente
avaliada e, quando necessária, implementada com cautela.
CONDUTA NA SUPERDOSAGEM
Foram relatados poucos casos de superdosagem. Nenhum paciente apresentou
sintomas específicos e todos se recuperaram sem seqüelas. A dose máxima ingerida
foi de 450 mg.
PACIENTES IDOSOS
Para pacientes com idade acima de 65 anos que receberam sinvastatina em estudos
clínicos controlados, a eficácia avaliada por meio da redução dos níveis de
colesterol total e de LDL-colesterol, mostrou ser semelhante àquela observada na
população como um todo e não houve aumento aparente na freqüência de achados
adversos clínicos ou laboratoriais.
INDICAÇÕES
Doença coronariana. Sinvaston é indicado para: reduzir o risco de morte; reduzir
o risco de morte por doença coronariana e de infarto do miocárdio não-fatal;
reduzir o risco de acidente vascular cerebral (AVC) e de ataques isquêmicos transitórios
(AIT); reduzir o risco de realização de procedimento de revascularização do
miocárdio (bypass da artéria coronariana ou angioplastia coronariana transluminal
percutânea); retardar a progressão da aterosclerose coronariana, inclusive reduzindo
o desenvolvimento de novas lesões, e de novas oclusões totais.
Hiperlipidemia:
Sinvaston é indicado como adjunto à dieta para reduzir os níveis elevados de
colesterol total, LDL-colesterol, apolipoproteína B e triglicérides em pacientes com
hipercolesterolemia primária, hipercolesterolemia familiar heterozigótica ou hiperlipidemia
combinada (mista), quando a resposta à dieta e outras medidas não
farmacológicas forem inadequadas. Sinvaston também eleva o HDL-colesterol,
portanto, reduz a relação LDL/HDL-colesterol e a relação colesterol total/HDL. Sinvaston
também é indicado como adjunto à dieta e outras medidas não-relacionadas
à dieta para reduzir os níveis elevados de colesterol total, LDL-colesterol e
apolipoproteína B em pacientes com hipercolesterolemia familiar homozigótica,
quando a resposta a essas medidas for inadequada.
CONTRA-INDICAÇÕES
O uso de Sinvaston é contra-indicado a pacientes sensíveis a qualquer componente
desta preparação.
O uso de Sinvaston é contra-indicado em pacientes que apresentem doença hepática
ativa ou elevações persistentes e inexplicadas das transaminases séricas.
Recomenda-se evitar a administração de Sinvaston em gestantes ou lactantes.
PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS
Efeitos musculares
A sinvastatina e outros inibidores da HMG-CoA redutase ocasionalmente causam
miopatia, que se manifesta como dor muscular ou fraqueza associada a grandes
elevações de creatinina quinase (>10 vezes o limite superior da normalidade). Rabdomiólise,
com ou sem insuficiência renal aguda secundária a mioglobinúria, foi
raramente relatada. No estudo escandinavo de sobrevida com sinvastatina houve
um caso de miopatia entre os 1.399 pacientes que recebiam 20 mg de sinvastatina
e nenhum caso entre os 822 pacientes recebendo 40 mg/dia durante 5,4 anos, em média. Em dois estudos clínicos controlados, de 6 meses de duração, houve 1 caso
de miopatia entre os 436 pacientes que recebiam 40 mg e 5 casos entre os 669
pacientes que recebiam 80 mg. O risco de miopatia é aumentado pela terapia
concomitante com certas drogas, algumas das quais foram excluídas pelos desenhos
desses estudos.
Miopatias causadas por interações medicamentosas
A incidência e a gravidade da miopatia são aumentadas pela administração concomitante
de inibidores da HMG-CoA redutase com drogas que podem causar miopatia
quando administradas isoladamente, tais como: genfibrozil e outros fibratos
e doses hipolipemiantes (> 1 g/dia) de niacina (ácido nicotínico). Além disso, o
risco de miopatia parece aumentar com níveis elevados de atividade inibitória da
HMG-CoA redutase no plasma. A sinvastatina e outros inibidores da HMG-CoA
redutase são metabolizados pela isoforma 3A4 do Citocromo P 450. Algumas drogas
que possuem efeitos inibitórios significativos em doses terapêuticas nesta via
metabólica podem elevar substancialmente os níveis plasmáticos dos inibidores da
HMG-CoA redutase, e desse modo, aumentar o risco de miopatia. Essas drogas
incluem ciclosporina, o bloqueador do canal de cálcio da classe dos tetralo mibrefadil,
itraconazol, cetoconazol e outros antifúngicos azólicos, os antibióticos macrolídeos
eritromicina e claritromicina e o antidepressivo nefazodona.
Reduzindo o risco de miopatia
1. Medidas gerais:
Pacientes que iniciam a terapia com sinvastatina devem ser avisados sobre o risco
de miopatia e orientados a relatar prontamente dores musculares inexplicadas ou
fraqueza. Níveis de creatinina quinase CK 10 vezes acima do limite superior da
normalidade em pacientes com sintomas musculares inexplicados indicam miopatia.
A terapia com sinvastatina deve ser descontinuada se for diagnosticada ou se
suspeitar de miopatia. Na maioria dos casos, quando os pacientes descontinuam
imediatamente o tratamento, os sintomas musculares e os aumentos de CK desaparecem.
Dos pacientes com rabdomiólise, muitos tinham históricos médicos complicado.
Alguns apresentavam insuficiência renal preexistente, geralmente como
conseqüência de diabetes de longa data. Em tais pacientes, aumentos de dose
requerem cuidados. Igualmente, como não há conseqüências adversas conhecidas
da interrupção da terapia por curtos períodos, o tratamento com sinvastatina deve
ser interrompido alguns dias antes de cirurgia eletiva e quando qualquer condição
médica ou cirúrgica aguda, grave, sobrevier.
2. Medidas para redução do risco de miopatia causada por interações
medicamentosas (veja acima):
Os médicos que pretendem combinar sinvastatina com qualquer droga que interaja
com ela devem pesar os riscos benefícios potenciais e monitorizar cuidadosamente
os pacientes para qualquer sinal e sintoma de dor ou fraqueza musculares,
particularmente durante os primeiros meses de terapia e durante qualquer período
de titulação de aumento de posologia de cada droga. Determinações periódicas
de CK devem ser consideradas em tais situações, mas não há garantia de que
tal monitorização poderá prevenir miopatia. O uso combinado de sinvastatina com
fibratos ou niacina deve ser evitado a menos que os benefícios de alterações adicionais
nos níveis lipídicos possam superar os altos riscos dessas combinações de
drogas. Combinações de fibratos ou niacina com doses baixas de sinvastatina têm
sido usadas sem miopatia em estudos clínicos pequenos, de curta duração e bem
monitorizadas. Tipicamente, a adição dessas drogas aos inibidores da HMG-CoA
redutase provoca pequena redução adicional no LDL-colesterol, mas podem ser
obtidas reduções adicionais dos triglicérides e aumentos do HDL-colesterol. Se for
necessário utilizar uma dessas drogas com sinvastatina; a experiência clínica sugere
que o risco de miopatia é menor com a niacina do que com fibratos. Em pacientes
recebendo concomitantemente ciclosporina, fibratos ou niacina, a dose de
sinvastatina geralmente não deve exceder 10 mg, já que o risco de miopatia aumenta
substancialmente com doses mais altas. Deve ser considerada a interrupção
da sinvastatina durante tratamento com antifúngico sistêmico azólico ou um
antibiótico macrolídeo. O uso de mibrefadil juntamente com sinvastatina deve ser
evitado. O uso concomitante com outros medicamentos também conhecidos por
possuírem efeito inibitório significativo na isoforma 3A 4 do citocromo P450 em
doses terapêuticas deve ser evitado a menos que os benefícios da terapia combinada
superem os riscos elevados.
Efeitos hepáticos: Em estudos clínicos, aumentos persistentes e acentuados (acima
de 3 vezes o limite superior da normalidade) das transaminases séricas ocorreram
em poucos pacientes adultos que receberam sinvastatina. Quando a droga foi
interrompida ou descontinuada nesses pacientes os níveis de transaminases, em
geral, caíram lentamente para níveis observados antes do tratamento. Os aumentos
não foram associados à icterícia ou outros sinais ou sintomas clínicos. Não
houve evidência de hipersensibilidade. Alguns desses pacientes apresentavam testes
de função hepática anormais antes da terapia com sinvastatina e/ou consumiam
quantidade substanciais de álcool. No estudo escandinavo de sobrevida com
sinvastatina, o número de pacientes com mais um aumento de transaminases (maior
do que três vezes o limite superior da normalidade) durante o estudo, não foi
significativamente diferente entre o grupo da sinvastatina e do placebo (14[0,7%]
vs. 12[0,6%]). A freqüência dos aumentos isolados de TGP (ALT) em 3 vezes o
limite superior da normalidade foi significativamente maior no grupo da sinvastatina
no primeiro ano de estudo (20 vs. 8,p = 0,023), mas não posteriormente.
Transaminases elevadas resultaram na descontinuação da terapia em 8 pacientes
do grupo de sinvastatina (n = 2.221) e 5 do grupo placebo (n = 2.223). Dos 1.986
pacientes do 4 S tratados com sinvastatina com testes de função hepática normal,
somente 8 (0,4%) apresentaram aumentos nos testes de função hepática > 3
vezes o limite superior da normalidade e/ou descontinuaram devido às elevações
das transaminases durante os 5,4 anos (acompanhamento mediano) do estudo. Todos os pacientes nesse estudo receberam dose inicial de 20 mg de sinvastatina;
37% foram titulados a 40 mg. Em 2 estudos clínicos controlados, envolvendo
1.105 pacientes, a incidência aos 6 meses de elevações persistentes de transaminases
hepáticas consideradas relacionadas à droga foi de 0,7% e 1.8% nas doses
de 40 e 80 mg respectivamente. Recomenda-se a realização de testes de função
hepática antes de iniciar a terapia e periodicamente (por exemplo, de 6 em 6
meses) durante o primeiro ano de tratamento ou até 1 ano após o último aumento
da dose, em todos os pacientes. Pacientes titulados para doses de 80 mg devem
realizar testes adicionais aos 3 meses. Deve-se dar especial atenção àqueles pacientes
que desenvolverem níveis elevados de transaminases séricas e, nesses pacientes,
as medições devem ser repetidas prontamente e realizadas com maior freqüência.
A droga deve ser descontinuada se os níveis de transaminases mostrarem
evidência de progressão, particularmente se aumentarem acima de três vezes o
limite superior da normalidade e de forma persistente. A droga deve ser utilizada
com cautela em pacientes que consomem quantidades substanciais de álcool e/ou
tenham histórico de doença hepática. Hepatopatias ativas ou elevações inexplicadas
das transaminases são contra-indicações para o uso de sinvastatina. Assim
como com outros agentes hipolipemiantes, elevações moderadas (menores do que
três vezes o limite superior da normalidade) das transaminases séricas foram relatadas
após a terapia com sinvastatina. Essas alterações apareceram logo após o
início da terapia e foram geralmente transitórias e não foram acompanhadas por
quaisquer sintomas sendo que a interrupção do tratamento não foi necessária.
Avaliações oftalmológicas
Na ausência de qualquer terapia medicamentosa, é esperado que com o tempo
ocorra um aumento da prevalência de opacidade do cristalino, como resultado do
envelhecimento. Dados atuais de estudos clínicos em longo prazo não indicam
efeito adverso da sinvastatina no cristalino de seres humanos.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
• Ciclosporina, mibefradil, itraconazol, cetoconazol, eritromicina, claritromicina e
nefazodona ou com derivados do ácido fíbrico ou niacina: risco de rabdomiólise
é elevado pelo uso concomitante de Sinvaston e drogas com efeito inibitório
significativo na isoforma 3A4 do citocromo P450 em doses terapêuticas.
• Derivados de cumarina ou indantiona: Em dois estudos clínicos, um realizado em
voluntários normais e outro, em pacientes hipercolesterolêmicos, 20-40 mg/dia
de sinvastatina potencializaram discretamente o efeito de anticoagulantes cumarínicos:
o tempo de protrombina, expresso como Relação Internacional Normal
(INR), aumentou dos valores do período basal de 1,7 a 1,8 e de 2,6 a 3,4 nos
estudos realizados em voluntários e em pacientes, respectivamente. Em pacientes
recebendo anticoagulantes cumarínicos, o tempo de protrombina deve ser
determinado antes de iniciar o tratamento com sinvastatina e freqüentemente
durante as fases iniciais do tratamento para assegurar que não ocorra nenhuma
alteração significativa no tempo de protrombina. Uma vez que o tempo de protrombina
tenha-se estabilizado, a monitorização poderá ser realizada nos intervalos
geralmente recomendados para os pacientes em tratamento com anticoagulantes
cumarínicos. Se houver alteração na dose de sinvastatina ou se a droga
for descontinuada, deve ser repetido o mesmo procedimento. A terapia com
sinvastatina não foi associada com sangramento ou com alterações no tempo de
protrombina em pacientes que não estavam utilizando anticoagulantes.
• Colestiramina ou colestipol: o uso concomitante reduz a biodisponibilidade dos
inibidores da HMG-CoA redutase, portanto, quando a administração simultânea
for necessária os inibidores da HMG-CoA devem ser administrados pelo
menos 4 horas após a administração de colestiramina ou colestipol.
• Digoxina: o uso concomitante com sinvastatina produz uma elevação da concentração
sérica de digoxina.
Influência em exames laboratoriais
• Transaminases séricas: aumentos persistentes e acentuados das transaminases
séricas foram pouco relatados.
• Fosfatase alcalina e Y-glutamil transpeptidase: foram relatados aumentos na
fosfatase alcalina e Y-glutamil transpeptidase.
• Testes de função hepática: anormalidades nos testes de função hepática foram
geralmente leves e transitórios.
• Creatinina quinase: foram relatados aumentos nos níveis de creatinina quinase
sérica (CK) derivada do músculo esquelético.
REAÇÕES ADVERSAS
Sinvaston é geralmente bem tolerado; a maioria das reações adversas foi de natureza
leve e transitória. Menos de 2% dos pacientes foram retirados dos estudos
clínicos controlados em conseqüência dos efeitos colaterais atribuíveis a sinvastatina.
Em estudos clínicos controlados antes da comercialização do produto, os
efeitos adversos que ocorreram com freqüência de 1% ou mais, considerados
pelo investigador como possíveis, prováveis ou definitivamente relacionados à droga
foram: dor abdominal, constipação e flatulência. Outras experiências adversas que
ocorreram em 0,5% a 9% dos pacientes foram astenia e cefaléia. Miopatia foi
raramente relatada. No estudo escandinavo de sobrevida com sinvastatina (4S)
envolvendo 4.444 pacientes tratados com 20-40 mg/dia de Sinvaston (n=2.221)
ou placebo (n=2.223), os perfis de segurança e de tolerabilidade foram comparáveis
entre os grupos de tratamento durante o tempo médio de 5,4 anos do estudo.
Outros efeitos adversos relatados, tanto em estudos clínicos não-controlados
como no uso rotineiro foram: náusea, diarréia, erupção cutânea, dispepsia, prurido,
alopecia, insônia, tontura, câimbras musculares, mialgia, pancreatite, parestesia, neuropatia periférica, vômitos e anemia. Raramente ocorreu rabdomiólise,
impotência ou hepatite/icterícia. Uma síndrome de hipersensibilidade aparente foi
raramente relatada e incluiu algumas das seguintes características: angioedema,
síndrome do tipo lupus, polimialgia reumática, vasculite, trombocitopenia, eosinofilia,
aumento de VHS, artrite, artralgia, urticária, fotossensibilidade, febre, vermelhidão,
dispnéia e mal-estar.