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03/12/2012
Problemas de audição afetam cerca de 15 milhões de brasileiros

A perda de audição é preocupante entre os brasileiros.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que 15 milhões de pessoas apresentam alguma dificuldade para ouvir, e no Mês de Prevenção e Combate à Surdez, a fonoaudióloga do laboratório Bronstein Medicina Diagnóstica Valéria Simões complementa a estatística afirmando que boa parte da população em geral tem zumbido, sintoma que indica dano auditivo.

.

Somente algumas pessoas sentem-se incomodadas com o barulho e procuram ajuda médica.

, afirma a especialista.

Para detectar as alterações auditivas, Valéria recomenta a realização da audiometria, que é oferecida pelo Bronstein a baixo custo.

O laboratório, que já realizou mais de 2.

600 testes de audição este ano, possui um programa para facilitar o acesso de pessoas sem plano de saúde ao diagnóstico por exames.

Segundo Valéria, a surdez está relacionada a diversas causas, a mais comum e nociva é a exposição a sons intensos.

A especialista alerta ainda que ruídos muito altos podem provocar outros problemas.

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Além da perda de audição, a exposição a barulhos muito altos, principalmente em shows e discotecas e ouvir música alta em aparelhos MP3 pode agredir o ouvido de outras formas, causando zumbido, fortes dores de cabeça, insônia e dificuldade de entendimento.

Com isso, conclui-se que as pessoas jovens que possuem esses hábitos terão problemas auditivos muito antes que seus pais e avós.

, defende a médica.

São as crianças e os adolescentes que estão mais suscetíveis à surdez.

Segundo o Instituto Nacional de Deficiência e Outros Distúrbios na Comunicação, nos Estados Unidos, o número de crianças acima de 3 anos com perda auditiva tem mais do que duplicado nos últimos 40 anos.

Dados recentes indicam que 12% das crianças entre 6 e 9 anos e 15% dos jovens de 12 a 19 anos têm tido problemas auditivos.

O motivo desse fato é o envolvimento constante dos jovens em ambientes com sons cada vez mais altos, como explica Valéria Simões.

No entanto, é possível fazer algo para evitar que seu filho venha a ter problemas auditivos.

A dica de prevenção vem da especialista: .

É importante estar ciente de que qualquer som acima de 85 decibéis pode causar perda auditiva com o decorrer do tempo.

A melhor maneira de saber o volume correto é quando o som não é percebido pelas pessoas ao redor.

, afirma Valéria, que ainda é categórica ao dizer que os MP3 players são os maiores responsáveis pelos problemas de audição.

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Os equipamentos atuais são tão potentes que podem atingir uma intensidade sonora de até 120dB em seu volume máximo, o que equivale ao som de uma turbina de avião durante a decolagem.

, conclui.

Os riscos do uso indevido de aparelhos que reproduzem música também foram publicados pelo Comitê Científico Europeu de Riscos à Saúde, que divulgou, em outubro, um estudo que comprova que o uso de MP 3 player com fone intra-auricular favorece a perda de audição, que só será percebida em dez anos.

Os malefícios podem ser notados mesmo para quem ouve apenas 28 segundos por dia de música, com som acima de 85dB.

A perda auditiva, nesses casos, é gradativa, pode iniciar levemente e evoluir para os graus de surdez moderada, severa e profunda, de acordo com Valéria: em casos de perda auditiva leve, os pacientes relatam que ouvem bem, mas, em certas vezes, não entendem o que as pessoas falam; nas perdas auditivas de grau moderado e acentuado, os sons podem ficar distorcidos .

há dificuldade de ouvir o som da campainha do telefone ou do aspirador de pó, por exemplo (é comum que o deficiente auditivo peça que o outro fale mais alto ou que repita as palavras); pacientes com perda auditiva severa são capaz somente de detectar sons intensos ou vibrações.



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